Alunos apresentam aplicativo em Portugal

Com a ideia de apresentar o protótipo do aplicativo Rede VIPS, que se baseia em facilitar a vida de cadeirantes na sociedade, alunos participaram do “Youth Science Meeting” na cidade do Porto, em Portugal. O projeto, orientado pela professora de Química, Rosiani Baron Telles, e co-orientado pela professora de Língua Inglesa, Patrícia Goloni, foi criado para a Feira de Ciências de 2016 pelos estudantes Bruno Coelho, Diego Chiavassa, Victor Lee, João Pedro Mucciolo e Lucas Padial, da 3.a série do Ensino Médio.

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O “Youth Science Meeting, desenvolvido pela “Associação Juvenil de Ciência” (AJC) de Portugal e apoiado pela Universidade do Porto, foi um momento oportuno: os alunos puderam conhecer novos trabalhos e discutir ciência com jovens ao redor do mundo. Durante os dez dias do evento, o “Rede VIPS” chamou atenção por se tratar de um dos únicos projetos voltados para o aspecto social. “Promover o principal intuito do projeto, que é ajudar cadeirantes a se locomover pela cidade, é o que nos move”, comentou o aluno Bruno Coelho.

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Além disso, em outro momento, o grupo também participou de um concurso da Renault sobre segurança e mobilidade onde, entre 200 trabalhos de equipes do mundo todo, o aplicativo ficou entre os dez finalistas.

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Em 2016, o protótipo do Rede VIPS foi criado para a Feira de Ciências que tinha como tema o empreendedorismo social. Na ocasião, o grupo ganhou como melhor projeto na categoria social. Com a ajuda da professora Patrícia, presidente da ONG VIDAS (Vivência e Inclusão da pessoa com Deficiência por meio de Atividades e Sensibilização), os alunos desenvolveram o projeto a partir de uma conversa com parentes de cadeirantes e também uma vivência de um dia na cadeira de rodas – que acabou por envolver o Colégio e reuniu 70 alunos para a experiência.

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O protótipo do Rede VIPS conta com funções como um mapa de acessibilidade, doação e pedidos de cadeiras de rodas, doações financeiras, links úteis, um fórum para compartilhar histórias e um software para a notificação de problemas na cidade que serão encaminhados para a prefeitura.

O projeto não para: os meninos contam que o próximo sonho é participar da NSTA (Nacional Science Teachers Association) onde poderão encontrar grande visibilidade.

Alunos mesclam criatividade à Química no projeto “QuímicARTE”

Alunos do primeiro ano do Colégio realizaram um trabalho que exigiu diferentes habilidades. Guiados pelos professores Franco Ramunno, Beth Pontes, Rosiani Telles e Vanderiza Lucas, a proposta foi criar uma história em quadrinhos com base no capítulo “Glicose”, do livro “Os Botões de Napoleão”.

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Depois de uma análise técnica e artística dos professores, os melhores quadrinhos de cada sala foram selecionados como finalistas. Além disso,  trabalhos foram para uma votação entre os integrantes da classe para a escolha do segundo finalista. Como resultado, 24 grupos foram selecionados para a final.

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“Propostas alternativas de atividades são muito interessantes, pois o estudante é muito valorizado pela sua criatividade. Dessa forma, buscamos sempre desenvolver diversas habilidades híbridas ”, comentou o professor de Química, Franco Ramunno.

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Em duas semanas de votação, 277 votos configuraram o pódio da seguinte maneira:

1.o lugar – 69 votos
Turma 1A1

Julia So Hyun Kim – 31
Maria Paula Mauger Carbone – 39
Marina Batistela – 40
Sophia Beatriz Salomão Costa – 45

2.o lugar – 46 votos
Turma 1C4

Cristine Wu – 04
Gabriella London – 11
Tami Garcia Tasaki – 39
Laura Perin Farah – 43

3.o lugar – 40 votos
Turma 1B1

Bianca Duarte Pinto – 09
Bruno Frítoli Carrazza – 11
Georges Esper Kallas – 23
Mariana Camilo Pinho – 35

QuimicARTE – Votação Final

Car@s alun@s,
em primeiro lugar, parabéns a todos! Chegamos, enfim, ao momento da votação final da “QuimicARTE – Mostra de Quadrinhos“.

QuimicARTE
Se você gostou de algum dos trabalhos expostos na entrada do Band, basta votar no link:

https://goo.gl/forms/o3hu2Xzk8Bp5SIi32

Para facilitar, basta escanear o QRCode na parte superior dos vidros para ser redirecionado para o link de votação:

QuimicARTE - Votaçao

Se você quiser votar em mais do que um trabalho, é só recarregar a página de votação e escolher um outro trabalho!
O resultado final divulgaremos no final da próxima semana!
Boa sorte a todos!
Equipe de Química

QuimicARTE - Vidro 02

Alunos e professor apresentam projeto de Ciências em Portugal

Alunos do Ensino Médio, juntamente com o professor de Química, Franco Ramunno, viajaram a Lisboa para o Youth Science Meeting (YSM), evento organizado pela Associação Juvenil de Ciências.

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Em solo português, eles apresentaram quatros trabalhos desenvolvidos para a Feira de Ciências para alunos, professores e jurados, em um auditório que abrigava cerca de 200 pessoas.

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Estudantes da primeira série apresentaram um trabalho sobre o o STEAM (Science, Technology, Engeneering, Arts and Maths), nova disciplina da grade curricular do colégio que aborda temas integrando diversas áreas do conhecimento em um espírito Maker e hands-on. Uma dupla de alunos do segundo ano exibiu uma proposta para melhorar a reciclagem de bitucas de cigarros.

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Por fim, os do terceiro ano apresentaram dois projetos. O primeiro foi o trabalho vencedor da Feira de Ciências de 2015 e participante da Feira Brasileira de Engenharia e Ciências (FEBRACE), que tem como objetivo a produção de concreto usando água de reuso. Já o outro se vale do processo que consiste em misturar hidroponia com a criação de peixes (aquaponia). Estes animais liberaram amônia durante sua vida e, desta forma, essa substância química é utilizada para fertilizar terras. Além disso, o projeto é todo automatizado, assim, é possível monitorar e alimentar os seres vivos à longa distância.

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“Todos foram calorosamente aplaudidos. Foi interessante, pois, a apresentação era feita em inglês, e muitos nunca tinham enfrentado um desafio deste nível”, comentou o professor Franco Ramunno.

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Após o evento, alunos e professor exploraram o centro de Lisboa e a cidade de Sintra. Saborearam os deliciosos pastéis de Belém e conheceram diversas  universidades. “A que mais chamou atenção dos alunos foi, com certeza, a Universidade Nova de Lisboa. Lá, tiveram a oportunidade de construir um foguete e conhecer o laboratório de Engenharia”, pontuou o professor.

Para o estudante do primeiro ano João Andrade, “independentemente da parte científica da viagem, o que mais me cativou foi sem dúvida alguma estar em contato com pessoas e culturas diferentes, com um objetivo em comum, buscar e desenvolver conhecimento”.

Alunos interessados em Medicina viajam a Boston

Em julho, oito alunos do grupo preparatório para Medicina viajaram para Boston, para conhecer a realidade do ensino de Medicina nos Estados Unidos. Eles foram acompanhados pela professora de Química Carolina Zambrana e Matthew Reynolds, aluno de Harvard que explicou como é viver e estudar nos Estados Unidos.

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Os viajantes ficaram hospedados na Bentley University e imergiram durante esses dez dias em interessantes atividades. Visitaram faculdades comoa Boston University School of Medicine no Boston Medical Center, Harvard e MIT. No último, puderam conhecer os laboratórios onde foi possível percebercomo a Engenharia e Medicina podem caminhar juntos (no caso, para achar uma forma de tratamento para o câncer).

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Uma das paradas interessantes foi no famigerado Ether Dome, local onde médicos utilizaram o Éter pela primeira vez como anestésico. A turma também conheceu o Broad Institute, onde conversaram com PHDs de Harvard e Cornell, que trabalham na área de pesquisa.

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“Um dos momentos mais interessantes da viagem foi quando nós fomos conhecer alguns projetos sociais. O projeto “Family Van”, por exemplo, foidesenvolvido por alunos de medicina e trabalha com saúde preventiva. Vimos também outros que atendiam pessoas viciadas em heroína. Foram momentos muito ricos”, comentou a professora Carolina Zambrana.

Os pontos turísticos da cidade, como o parque Boston Common, o bairro italiano Noth End, Beacon Hill, Newbury Street e Quincy Market, não ficaram de fora.

“Foi uma experiência que serviu para mudar minha percepção sobre o mundo das faculdades de Medicina nos EUA. Até então, achava que estava tarde para pensar em estudar no exterior. Por conta dessa viagem, percebi que ainda há tempo.”, finalizou o aluno Pedro Henrique Salgueiro Pinheiro.

Ranking – Competição Interna – F1 in Schools

No dia 10 de setembro foi lançada uma competição interna aos alunos do projeto F1 in Schools, do Colégio Bandeirantes (http://quimica.colband.net.br/2014/09/08/3-2-1-foi-dada-a-largada/), com o objetivo de instigá-los a participar das páginas do Facebook “F1 in Schools Band” e “F1 in Schools BRZ”. A ação visa estimular a proatividade e responsabilidade dos estudantes, além de proporcionar maior contato com a coordenação do projeto.

Confira a seguir o ranking dessa competição:

Posição

Posição Aluno Pontuação
Luciano García 9
Cris Sciutto 6
Marcos Alfieri 5
Cristina Liu 2
Guilherme Sharosvky 2
Gustavo Giardullo 1
Pedro Oliveira 1
Guilherme Lacks 1

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3, 2, 1… Foi dada a largada!

Uma nova competição interna está lançada aos alunos do projeto F1 in Schools, do Colégio Bandeirantes, com o objetivo de instigá-los a participar das páginas do Facebook “F1 in Schools Band” e “F1 in Schools BRZ”. A ação visa estimular a proatividade e responsabilidade dos estudantes, além de proporcionar maior contato com a coordenação do projeto.

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A ideia é que os alunos tornem-se “pilotos” dessas páginas do Facebook e, mediante a tal liberdade; criem a própria agenda dos encontros, deem opiniões sobre videoconferências, tirem suas dúvidas ou até mesmo solicitem uma conversa com um especialista.

A premiação dessa competição será baseada na iniciativa dos alunos. Aqueles que participarem das páginas do Facebook concorrerão a uma miniatura de carro. O aluno que, ao final dos encontros presenciais, acumular a maior quantidade de miniaturas ganhará um prêmio-surpresa.

Lembramos que faltam apenas 47 dias para a primeira eliminatória. Acompanhe o evento em www.f1inschools.com

 O projeto F1 in Schools é uma competição aberta a todos os jovens estudantes entre 9 e 18 anos que cursam o ensino fundamental e o ensino médio ou equivalente, e envolve a concepção e fabricação de uma miniatura de carro da Fórmula 1 movido a CO2. As equipes de jovens competirão umas com as outras em etapas regionais, de modo a garantir presença na grande final nacional. O campeão brasileiro representará o país no campeonato mundial, onde competirá com cerca de 40 equipes de todo o mundo. Vale ressaltar que esse é o primeiro ano que teremos uma equipe brasileira na final. Desejamos boa sorte a todos os nossos alunos!

MELANCIA: moléculas coloridas suculentas!

Não é só a cor que difere nas melancias vermelhas ou amarelas. O sabor também é distinto. Culpa dos carotenoides que dão cor a estas frutas.

 

O licopeno, que existe também no tomate, dá a cor vermelha; o caroteno dá cor amarelo-laranjada e existe também na cenoura. E, após a degradação na fruta, cada um resulta em sabores diferentes.

Nada lembra “verão” completamente como uma grande fatia de uma suculenta melancia. Mesmo se você preferir um grelhado, uma salada ou água fresca, a melancia é uma das melhores maneiras de vencer o calor do verão.

Então, o que dá melancia seu sabor refrescante e delicado?

Acontece que a resposta é bastante complicada. Ao longo das últimas décadas, os cientistas identificaram dezenas de moléculas que contribuem para o aroma e sabor único de melancia.

E aqui está uma característica interessante: o sabor de uma melancia tem muito a ver com a sua cor. Amarela, alaranjada ou vermelha, provavelmente você vai notar diferentes perfis de sabor para cada uma.

Várias das moléculas do aroma da melancia são formados quando compostos químicos coloridos, chamados carotenoides, se decompõem em compostos químicos menores.

Por exemplo, a cor clássica das melancias vermelhas vem de licopeno, a mesma molécula responsável pela cor dos tomates vermelhos. Quando o licopeno se rompe, forma compostos chave de sabor, como aroma de limão citral.

As laranja não tem muito licopeno, mas ocorre o mesmo com o betacaroteno, composto químico que faz com que as cenouras sejam laranja, isso leva a um conjunto completamente diferente de moléculas de sabor, incluindo floral beta-ionona.

A química do sabor melancia é claramente complexo, mas os cientistas ainda estão à procura de moléculas individuais que imitam esse sabor característico.

Mais recentemente, um estudo identificou uma molécula única – apelidada de “aldeído melancia”. Infelizmente (ou felizmente, dependendo da perspectiva), a molécula é demasiada instável para ser utilizado como um aditivo alimentar.

Por enquanto, os aromatizados artificialmente, nem chegam perto do verdadeiro sabor melancia, para isso você vai ter que continuar provando uma deliciosa fatia de melancia.

(http://scienceandfooducla.wordpress.com/2014/08/26/watermelon/ Acesso em 28.08.2014)