QuimicARTE – Votação Final

Car@s alun@s,
em primeiro lugar, parabéns a todos! Chegamos, enfim, ao momento da votação final da “QuimicARTE – Mostra de Quadrinhos“.

QuimicARTE
Se você gostou de algum dos trabalhos expostos na entrada do Band, basta votar no link:

https://goo.gl/forms/o3hu2Xzk8Bp5SIi32

Para facilitar, basta escanear o QRCode na parte superior dos vidros para ser redirecionado para o link de votação:

QuimicARTE - Votaçao

Se você quiser votar em mais do que um trabalho, é só recarregar a página de votação e escolher um outro trabalho!
O resultado final divulgaremos no final da próxima semana!
Boa sorte a todos!
Equipe de Química

QuimicARTE - Vidro 02

Química e Arte

O papel do químico na área de restauração e conservação do patrimônio cultural.

A associação entre química e arte pode parecer um pouco inusitada se considerada sob o olhar do homem contemporâneo. Com os rumos tomados pelas ciências nos séculos XIX e XX, a química foi incorporada no conjunto das ciências exatas com a percepção de que tenha pouco ou nada a ver com a arte, a qual seria ligada exclusivamente à imaginação e à criatividade – como se a criação artística e o raciocínio exato fossem habilidades humanas incompatíveis entre si. Mas, pensando bem, percebemos que esta separação estabelecida no imaginário coletivo nem sempre correspondeu à realidade, já que no passado era normal os artistas, pensadores e filósofos transitarem com desenvoltura tanto pelas atividades “exatas” (engenharia, alquimia, astronomia) como pelas chamadas belas artes. Um exemplo emblemático é o do Leonardo da Vinci, a quem o simples atributo de engenheiro ou de pintor ficaria muito limitado visto o grande número de obras artísticas e técnicas deixadas por ele como legado, na prática ou no papel.

É impensável supor que os pintores não precisem saber misturar os pigmentos inorgânicos com os ligantes, nem que possam se dar ao luxo de desconhecer e saber ajustar o processo de secagem dos diversos óleos naturais (ou sintéticos) e das resinas usadas como vernizes. Criar obras de arte requer matéria e a capacidade de usá-la a serviço da criatividade. Aliás, pesquisas com algumas das técnicas mais modernas de análise estão revelando a habilidade singular de alguns pintores do passado no domínio da arte de fabricar e manusear as tintas partindo dos mais diversos tipos de substratos visando criar os efeitos plásticos desejados.

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Saber se aprofundar nas propriedades da matéria e entender como controlá-las é importante até mesmo no caso das formas menos palpáveis de arte, como a música. Que a química tenha um papel fundamental na evolução das artes plásticas é, em suma, algo que dificilmente pode ser questionado: sirva ainda como último exemplo a revolução representada pelo surgimento dos polímeros sintéticos. Não somente essa inovação abriu as portas para a introdução de inúmeros novos materiais plásticos e técnicas de pintura (por exemplo, o acrílico) sem os quais não existiria boa parte da arte contemporânea, como a química estimulou um maior aproveitamento de polímeros naturais, proteínas e fibras vegetais.

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Um aspecto que cabe frisar sobre as relações entre a química e os bens culturais é a contribuição desta ciência no processo de restauração e preservação de obras de arte. Trata-se de uma nova área específica de atuação que vem crescendo, ganhando cada vez mais reconhecimento e oferecendo oportunidades de inserção para os profissionais da química.

Atualmente existe uma clara distinção entre restauração, quando se tenta reverter um processo de degradação, e preservação, em que se busca evitar o dano com medidas preventivas. Nesse contexto, é importante mencionar a nova tendência voltada para estudar o efeito dos poluentes atmosféricos nas obras de arte. Os poluentes podem penetrar nos museus vindos do ar externo ou ainda ser gerados diretamente dentro dos espaços de conservação, por exemplo, emitidos pelos materiais de construção ou por produtos de limpeza. O químico não somente é o profissional mais preparado para detectar a presença destas substâncias no ar, como também para prever e estudar seus efeitos nos diversos tipos de materiais, como tintas, metais, papel, madeira, fibras naturais e artificiais, e ainda propor soluções para evitar a degradação das obras de arte.

Os químicos podem atuar na caracterização dos materiais: a composição de uma liga pode ter papel fundamental no risco de corrosão de um objeto metálico; pigmentos distintos respondem de formas variadas aos estímulos externos; a restauração de um quadro pode requerer a identificação das tintas originais utilizadas ou, ainda, o esclarecimento da paleta de uma pintura (conjunto dos pigmentos originais utilizados pelo artista) que é certamente uma ferramenta importante para melhorar o conhecimento da origem e da trajetória de uma determinada obra

Uma área de pesquisa e desenvolvimento particularmente forte, inclusive na Europa e na América Latina, são os estudos de arqueologia, etnografia e arte rupestre em que a análise de peças produzidas por populações indígenas tem um significado particular. Aqui, a contribuição do químico em entender a composição dos materiais e os processos ocorridos com eles ao longo do tempo pode ajudar a desvendar aspectos culturais, religiosos e antropológicos.

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O profissional para este tipo de atuação precisa ter uma sólida formação e profundos conhecimentos de química (química orgânica e inorgânica, química analítica, técnicas instrumentais, espectroscopia e fotoquímica), mas necessita também desenvolver outras habilidades, como a capacidade de interagir e dialogar com profissionais com outras formações para extrair elementos para a interpretação de seus dados e o interesse em lidar com pessoas e instituições, inclusive de outros países.

( http://www.crq4.org.br/quimicaviva_quimicaearte Acesso em 31.07.2014. Adaptado)

Evolução da estrela dos gramados até a Brazuca. Aí tem Química!

A Química contribuiu ao longo dos anos para aprimorar a principal estrela dos gramados, a bola e “a bola da vez” é a Brazuca.

(http://www.crq4.org.br/default.php?p=informativo.php&id=182 Acesso em 28.05.2014. Adaptado)

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(http://jboscocartuns.blogspot.com.br/2013/12/brazuca.html Acesso em 28.05.2014. Original colorido)

O desenvolvimento e a adoção de novos materiais fizeram a bola evoluir, do uso do couro animal na Copa do Uruguai, em 1930, um tanto irregular, depois foi ganhando forma mais arredondada ao longo das demais copas, 1958, 1962 e 1970.

Em 1974, a principal característica era absorver menos água que a antecessora e em 1978, na Argentina, foi usado uma mistura de couro e material sintético, sucedida pela em 1982, na Espanha, sempre buscando um material que absorvesse menos água, pois, em dias de chuva, ela ficava muito pesada e difícil de ser controlada.

A primeira bola inteiramente sintética surgiu na Copa de 1986, no México e em 1990, na Itália, importantes modificações foram feitas para torná-la mais resistente ao desgaste e impermeável à água.

Os avanços seguiram na Copa dos EUA, em 1994, quando o Brasil conquistou o tetracampeonato e, somente em 1998, na França, surgiu a bola colorida.

Em 2002, apresentava seis camadas, sendo a mais interna feita de borracha natural, poli-isopreno, na configuração cis.

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Seu desempenho depende dos materiais e das técnicas utilizadas na fabricação, isso demanda pesquisa para desenvolvimento de novos materiais e inovação tecnológica.

O revestimento externo foi E substituídos por polímeros orgânicos sintéticos. A Brazuca é revestida apenas com seis gomos idênticos, que se unem através de um processo térmico, denominado selagem térmica, portanto não há costuras.

A bola de 1970 tinha 32 gomos, costurados com linha de poliéster. O uso de um número menor de gomos e a ausência de costura, propicia à bola uma forma mais arredondada e menor absorção de água. A inovação na simetria dos gomos da Brazuca, permite melhor aderência ao gramado, toque, estabilidade e aerodinâmica.

O material usado é poliuretano, polimerizado a partir de um diisocianato e um diálcool.

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Entre a cobertura e a câmera de ar, temos fibras entrelaçadas de algodão e/ou poliéster, conferindo força, estrutura e repique à bola.

As câmeras de ar da Brazuca é confeccionada com um copolímero (polímero formado com monômeros diferentes) de isobutileno e isopreno, que gera um material de alta impermeabilidade a gases e boa resistência ao calor.

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E aí… Tem ou não tem Química???

O uso dos tablets em Química: compartilhando experiências

Na última semana de aula do 4.o bimestre de 2013, os alunos da 1.a, 2.a e

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3.a séries utilizaram os tablets na sala de aula para realizar uma atividade disponibilizada no Moodle.

Os alunos foram organizados em duplas pelos professores e resolveram uma atividade, sem consulta, para nota.

Ao final da atividade os alunos tiveram acesso a nota obtida e também puderam verificar, em tempo real, o que tinham errado.

A oportunidade de utilizar os tablets na sala de aula, em conjunto com

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o material disponibilizado no Moodle, permitiu que os professores executassem uma tarefa diferente: observar as duplas de alunos trocando ideias e refletindo para chegar ao resultado.

Foi uma experiência de sucesso que a equipe de Química pretende continuar no ano de 2014.

Equipe de Química

Química Criativa

Inspiradas na declaração da ONU do ano de 2013 como sendo Ano Internacional da Cooperação pela Água, professoras de Química do 2.o ano do Ensino Médio incentivaram seus alunos a realizarem trabalhos criativos ao aprenderem sobre soluções. A ideia principal era que não houvesse trabalhos repetidos na sala: temas e mídias escolhidas para apresenta-los variaram de apresentações informativas a vídeos com histórias, maquetes, músicas e poemas.
IMG_1198Os alunos se mostraram bastante animados com a proposta e trouxeram projetos trabalhados e criativos. “É uma forma que a gente achou de conseguir apresentar a Química de um lado mais artístico, mais divertido”, comenta a professora Wanda R. Lucas, que se mostrou muito satisfeita com os resultados.

IMG_1208“Cada sala teve um grupo responsável pela maquete, cujo tema era as etapas do tratamento da água. Mais tarde eles ainda farão outros projetos, aprofundando mais o que ocorre em cada etapa”, antecipou.

Trabalho – Introduzindo a “Química do Carbono”

O uso do computador, dos smartphones, iphones e tablets já faz parte do dia-a-dia dos nossos alunos.

O que nós professores fizemos?

Resolvemos trazer essa habilidade para a sala de aula.

Como aproveitar a habilidade dos alunos nesses aparelhos e aumentar a interação dos mesmos nas aulas de Química?

Com o objetivo de iniciar o estudo dos compostos orgânicos e de facilitar a visualização tridimensional das moléculas, os alunos da 1.a série do ensino médio pesquisaram sobre os compostos: etano, eteno, propano, propeno, butano, but-1-eno e construíram essas moléculas utilizando os programas ChemSketch – programa gratuito do Windows para construção de moléculas – e o Mobile HyperChem Free – aplicativo gratuito da Apple para iPad e iPhone.

O resultado foi excelente e, como sempre, nossos alunos nos surpreenderam. Os melhores de cada turma foram selecionados para este blog. Confiram os trabalhos!

Prof.a Rosiani

Prof.a Beth Pontes

Prof.a Wanda

Prof. Franco

Os Botões de Napoleão

Trabalho sobre o livro “Os Botões de Napoleão – as 17 moléculas que mudaram a história”

“Será que podemos explicar o fracasso da campanha de Napoleão na Rússia, em 1812, por algo tão insignificante quanto um botão? Teriam os soldados da Grande Armada sucumbido ao fatal inverno russo por não conseguirem abotoar suas roupas?”

O livro “Os Botões de Napoleão” faz uma análise das moléculas que influenciaram o curso da história da humanidade. Os exemplos citados nos capítulos mostram a importância de se conhecer e entender o mundo, sob a óptica da Química.

A Química, como toda ciência, tem uma linguagem pela qual os químicos se comunicam e se entendem. Os autores expõem, de forma curiosa, como alterar a natureza das substâncias e, por conseguinte, o seu papel na história.

Confira alguns trabalhos da 1.a série sobre o Capítulo 1: Pimenta, noz-moscada e cravo-da-india: