Alunos preparam-se para Fórum Científico de Londres

Na última quarta-feira (12/02) foi iniciado o ciclo de preparação do grupo de alunos do Band que participará, em agosto, do Fórum Internacional Científico Juvenil de Londres (LIYSF). Reunidos com os pais e professores, os presentes puderam não só compreender um pouco mais

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sobre o propósito do Fórum como também descobriram as atividades e oportunidades que a viagem oferece.

O LIYSF é o mais prestigioso fórum científico juvenil organizado no mundo. Idealizado em 1959, com a intenção de promover o interesse dos jovens para estudarem os principais avanços no campo da Ciência mundial o evento, terá sua 56º edição este ano na sede do Imperial College, em Londres.

“O Fórum é uma oportunidade oferecida aos alunos que participaram da Feira de Ciências do ano anterior

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e têm o interesse em conhecer mais sobre a área de pesquisa científica”, explica o Coordenador de Química Ricardo Almeida.

Durante o Fórum, os estudantes terão oportunidade única de participar de conferências, palestras e workshops com cientistas de renome internacional, visitar os principais centros de pesquisas de Cambridge, Londres e Oxford, participando de um rico intercâmbio de experiências científicas de todo o mundo. “É uma experiência interessante porque, depois de vivenciar essa troca de conhecimento e de cultura, muitos dos participantes acabam tendo uma visão mais clara do que querem para seu futuro profissional”, comenta Almeida.

Desde 2011, a convite da coordenação do LIYSF, o Programa Jovens Inovadores da Rede POC (Rede do Programas de Olimpíadas do Conhecimento), que tem parceria com o Band, convida, seleciona e acompanha os estudantes brasileiros, que têm cada vez mais marcando presença em grande número no Fórum.

Com a química nas mãos

Os alunos dos 3.os anos do Ensino Médio tiveram a oportunidade, nas aulas de Química Orgânica, de aprender conceitos de isomeria de forma divertida e eficaz. Montando as moléculas tridimensionais com ajuda de um material específico, o Atomlig, fornecido no início do Ensino Médio, eles puderam visualizar melhor as estruturas e assim compreenderem as semelhanças e diferenças que caracterizam os isômeros.

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O fenômeno da isomeria é muito comum na Química Orgânica, pois os compostos feitos de carbono podem se agrupar de diversas formas diferentes. Consiste na comparação de duas moléculas com mesma fórmula, mas cuja posição dos elementos que as constituem varia. No aprendizado da isomeria óptica, que ocorre quando os isômeros conseguem desviar um feixe de luz polarizada, no entanto, o aluno tende a ter dificuldade em visualizar as diferenças entre as moléculas; com a ajuda da montagem tridimensional das moléculas com o Atomlig, na maioria das vezes, essas diferenças ficam claras.

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“Eles sempre adoram esse tipo de atividade”, comenta a professora Vanderiza Rodrigues, que coordena a atividade em conjunto com a professora Elizabeth Zink. “É uma forma de expor esse conteúdo de uma maneira que o aluno possa visualizar melhor o que, às vezes, só pelo desenho na lousa, ele pode não compreender”.

Química Criativa

Inspiradas na declaração da ONU do ano de 2013 como sendo Ano Internacional da Cooperação pela Água, professoras de Química do 2.o ano do Ensino Médio incentivaram seus alunos a realizarem trabalhos criativos ao aprenderem sobre soluções. A ideia principal era que não houvesse trabalhos repetidos na sala: temas e mídias escolhidas para apresenta-los variaram de apresentações informativas a vídeos com histórias, maquetes, músicas e poemas.
IMG_1198Os alunos se mostraram bastante animados com a proposta e trouxeram projetos trabalhados e criativos. “É uma forma que a gente achou de conseguir apresentar a Química de um lado mais artístico, mais divertido”, comenta a professora Wanda R. Lucas, que se mostrou muito satisfeita com os resultados.

IMG_1208“Cada sala teve um grupo responsável pela maquete, cujo tema era as etapas do tratamento da água. Mais tarde eles ainda farão outros projetos, aprofundando mais o que ocorre em cada etapa”, antecipou.

Modelos moleculares mais acessíveis

Com a Feira de Ciências se aproximando, os alunos já se preparam para apresentar seus projetos. Desde o início do segundo semestre, estudantes do Bandeirantes e da Escola Estadual Canuto do Val têm se reunido para construir modelos moleculares, em geral importados e caríssimos, utilizando garrafas pet e tubos amarelos de construção, do tipo conduíte.

“A inspiração veio do livro ‘Construindo com Pet’, escrito por um ex-aluno do Band, o Alfredo Luís Mateus. Ele expôs a ideia na Universidade Federal do Rio (URRJ) e decidimos fazer aqui”, contou Elisabeth Pontes, professora de Química do Band.

Para colaborar com o projeto, a Coca Cola doou mais de mil garrafas pet, que foram recortadas e pintadas de acordo com o átomo em questão: preto para o carbono, vermelho para o oxigênio e branco para o hidrogênio. Antes da pintura, porém, são cortadas e rebitadas e depois unidas umas às outras pelos conduítes. As moléculas gigantes então ganham vida.

“Nós utilizamos um espaço do pátio da nossa escola para cortar e pintar, e isso chama a atenção dos alunos mais novos que desde cedo já se interessam e querem saber o que é a Química”, contou o estudante Renato Sampaio Kobashigawa, da Escola Estadual Canuto do Val.

“Com a escola pública tivemos uma enorme troca de conhecimentos. Ao montar as moléculas, desenvolvemos a criatividade e o manuseio de objetos”, acredita o aluno Guilherme de Carvalho Anauate, do Band.

O projeto envolveu também professores das duas instituições. “Vimos que com esse trabalho o desempenho escolar dos alunos melhorou consideravelmente. Eles se sentem valorizados”, explicou a professora de Química da Escola Estadual Canuto do Val, Rosa Maria Teixeira.

Agora é tempo de correr para acelerar as construções, já que a Feira de Ciências de aproxima. Em exposição no dia 20 de outubro, estarão os modelos de diamante, gás carbônico, fulereno, grafeno, água, amônia, dentre outros compostos. “Estamos sempre procurando formas alternativas e criativas de ensinar, de modo que os alunos interajam mais com a disciplina”, concluiu o coordenador de Química do Band, Ricardo Almeida.

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